Sou psicóloga e psicanalista, com mais de 10 anos de escuta clínica. Atendo crianças, adolescentes, adultos e idosos, sempre respeitando o tempo de cada um e os diferentes modos de dizer — mesmo aqueles que não vêm pela fala.
Minha especialização em infância e adolescência me ensinou que, muitas vezes, o sofrimento se expressa em silêncio, em sintomas, em gestos, em desenhos ou em comportamentos. E é por isso que acredito profundamente na psicologia como um caminho de transformação. Quando uma pessoa amplia seu dicionário interno, ela começa a nomear o que antes parecia indecifrável — e é nesse processo que eu entro como um veículo, uma facilitadora.
Meu atendimento acontece em um espaço pensado para acolher e favorecer essa mudança: fluido, natural, terapêutico. Quando possível, também estendo o setting para ambientes ao ar livre, respeitando a singularidade de cada sujeito.
Além da escuta e da palavra, utilizo recursos como a arte, a literatura, o desenho, a música e o cinema como pontes simbólicas, que ajudam a traduzir vivências e emoções difíceis de acessar diretamente. Na clínica, é comum que os sentidos venham por caminhos tortuosos, e meu papel é estar ali, presente, enquanto o sujeito vai podendo construir sua própria narrativa.
Na psicanálise, aprendemos que há sempre algo que escapa — e é justamente nesse resto, nesse intervalo entre o dito e o não dito, que muito se revela.

Quem sou eu
Minha abordagem
Na infância, vínculos são criados, emoções ganham nome. Cada experiência, cada afeto, cada brincadeira é um tijolinho na construção do ser. Na adolescência, vivencia-se uma fase de intensa transformação, onde o corpo muda, os sentimentos transbordam e o “quem sou eu?” ecoa cada vez mais alto. É um tempo que exige escuta e presença, compreendendo os conflitos, os medos e os sonhos que brotam nesse período de transição. Na vida adulta, muitas vezes nos sentimos exigidos por todos os lados: trabalho, família, corpo, identidade, relacionamentos. É um momento que pede desaceleração, reflexão e reconexão consigo mesmo. Já a maturidade é o tempo da sabedoria, da escuta e da delicadeza, mas também pode ser um tempo de dores, de perdas e de reinvenções. Aqui, reconhecemos e honramos essa fase com respeito, afeto e profundidade.

Na Infância
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Desenvolvimento emocional
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Ansiedade de separação
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Transtornos do neurodesenvolvimento (TDAH, autismo, etc.)
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Birras e agressividade
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Luto na infância
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Vínculo com cuidadores

Na Adolescência
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Construção da identidade
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Autoestima e autoconhecimento
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Ansiedade e depressão
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Automutilação e ideação suicida
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Sexualidade e afetos
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Relação com os pais e a escola

Na Vida Adulta
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Depressão, ansiedade e burnout
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Relações amorosas e familiares
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Maternidade/paternidade
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Luto, perdas e recomeços
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Busca de propósito
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Autoconhecimento e autocuidado

Na Maturidade
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Envelhecimento saudável
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Luto e solidão
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Memória e demência
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Sentido da vida e espiritualidade
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Relações familiares na maturidade
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Cuidados com corpo e mente




